A terceira edição do Hall da Fama da ASOBAL reconhece cinco figuras-chave na história do handebol espanhol. David Barrufet, Mateo Garralda, Rafa Guijosa, Albert Rocas e o técnico Manolo Cadenas foram selecionados por sua contribuição ao desenvolvimento e à identidade do esporte profissional na Espanha. Uma homenagem que reúne trajetórias de dedicação e evolução tática.
Inovação tática e desenvolvimento de sistemas defensivos 🏆
A influência desses nomes vai além dos títulos. Barrufet revolucionou o gol com sua técnica de pernas e leitura de jogo, enquanto Garralda e Guijosa levaram o arremesso de fora a um nível de precisão quase mecânica. Rocas, com sua velocidade na ponta, obrigou a repensar sistemas defensivos. E Cadenas, do banco, implementou estruturas táticas que priorizavam a antecipação sobre a força bruta. Um legado de dados e ajustes que ainda é estudado nas categorias de base.
A eterna discussão sobre quem merece mais a placa 🤔
Como toda lista de honra, já há quem debata se faltou algum mito do banco ou algum ponta com mais finalização do que cabeça. O curioso é que os cinco escolhidos não precisaram apresentar currículo: seus joelhos operados, suas lombares fundidas e seus vídeos de partidas em VHS falam por eles. Agora só resta esperar que alguém reclame que seu ídolo dos anos 90 também deveria estar lá. Enquanto isso, eles já procuram espaço na estante para a placa.