Kim Angel: o músculo como arte e refúgio contra a depressão

15 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O fisiculturista Kim Angel, em plena preparação para o Mister Olympia, revelou em uma entrevista ao AS os momentos mais difíceis de sua carreira. Após uma sessão intensa de treino, confessou que passou por fases tão baixas que se encaixavam em um quadro de depressão. Longe de associar seu físico a força ou autoridade, Angel define seu corpo como uma forma de arte e um testemunho de sacrifício.

físico masculino musculoso em uma academia com iluminação fraca, realizando um pesado voo com halteres em um banco inclinado, suor escorrendo dos bíceps e ombros esculpidos, equipamentos de academia desfocados ao fundo, expressão facial intensa mostrando luta emocional, estilo fotorrealista cinematográfico, iluminação lateral dramática enfatizando definição e textura muscular, atmosfera escura e sombria com sombras profundas, composição artística destacando o corpo como escultura viva, momento cru e vulnerável de treino, sem texto ou números visíveis

O software do músculo: como a programação neural otimiza o desempenho 💻

No fisiculturismo moderno, a tecnologia de análise de movimento e a programação de rotinas por meio de inteligência artificial permitem ajustar cargas e descansos com precisão milimétrica. Sistemas como o treinamento com sensores EMG avaliam a fadiga muscular em tempo real, evitando lesões e maximizando a hipertrofia. Angel aplica esses métodos, tratando cada grupo muscular como uma linha de código que deve ser executada sem erros para alcançar a simetria perfeita.

A depressão não entende de supino reto 😢

Então, acontece que levantar 200 quilos não te vacina contra a tristeza. Kim Angel confessa que, entre uma série e outra, a mente pode fazer mais peso do que qualquer barra. Felizmente, para a depressão não existe proteína mágica, mas pelo menos ele pode chorar enquanto faz rosca bíceps, que sempre fica mais estético.