iPhone dobrável sacrifica Face ID por espessura reduzida

13 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O tão esperado iPhone dobrável da Apple, que alguns chamam de iPhone Ultra, chegaria este ano com uma mudança significativa em seu sistema de desbloqueio. Segundo o vazador Mark Gurman, o dispositivo dispensaria o módulo Face ID para integrar o Touch ID no botão de energia. O principal motivo é que o telefone, com um preço estimado de 2000 dólares, seria fino demais para abrigar os sensores de reconhecimento facial.

Um iPhone dobrável ultrafino mostra sua lateral com botão de energia integrando Touch ID, sem módulo Face ID visível.

A fineza como limite técnico para os sensores 📏

A decisão da Apple responde a limitações físicas do design dobrável. Os componentes necessários para o Face ID, como o projetor de pontos e a câmera infravermelha, exigem um espaço interno que o chassi ultrafino não pode oferecer. Em vez disso, a empresa recorre ao Touch ID lateral, uma tecnologia já testada no iPad Air e no iPad mini. Embora funcional, essa mudança implica retroceder a um método de autenticação que a Apple havia deixado de lado desde o iPhone X.

Pagar 2000 dólares para voltar a 2017 💸

Então, a grande inovação da Apple para seu celular mais caro é... ressuscitar o botão de início tátil. Por 2000 dólares, você terá um telefone que dobra, mas que pedirá seu dedo como um iPhone 6. Os engenheiros de Cupertino conseguiram o que parecia impossível: fazer com que um dispositivo futurista seja tecnologicamente menos avançado que um modelo de oito anos atrás. Pelo menos, quando você o perder entre as dobras do sofá, não precisará se preocupar em encontrá-lo; a impressão digital já não estará mais lá.