Em 11 de maio, um surto de intoxicação alimentar afetou cerca de 200 estudantes no subdistrito de Tembok Dukuh, Surabaya, Indonésia. Distribuídos em 12 jardins de infância, escolas primárias e secundárias, os menores apresentaram tonturas, náuseas e vômitos após consumirem refeições gratuitas de um programa estadual. Embora nenhum tenha necessitado de hospitalização, o incidente ativou uma investigação epidemiológica que aponta para um prato de carne como possível origem da contaminação.
Visualização epidemiológica: Modelagem da cadeia de distribuição 🗺️
Para compreender a dinâmica do surto, propomos um mapa 3D interativo do subdistrito que localize as 12 escolas afetadas. O modelo deve incluir a rota de distribuição desde a unidade de serviço de nutrição até cada instituição, destacando o ponto crítico onde a carne suspeita foi preparada e despachada. Sobre as escolas, podem ser sobrepostos gráficos de barras 3D que representem o número de casos por estabelecimento, diferenciando sintomas como tonturas (cor azul), náuseas (amarelo) e vômitos (vermelho). Uma linha do tempo animada mostraria a progressão dos sintomas desde a ingestão até o atendimento médico, permitindo aos usuários explorar a velocidade de propagação no ambiente escolar.
O prato da discórdia: Reconstrução do foco de contaminação 🥩
O elemento central desta visualização é um modelo 3D detalhado do prato de carne suspeito, apontado pelos estudantes como de sabor amargo. Ao girar e ampliar o modelo, pode-se etiquetar a zona de possível contaminação bacteriana ou química, com base nas amostras enviadas ao laboratório de saúde. Este recurso não apenas ilustra o ponto crítico do surto, mas serve como ferramenta educativa para identificar fatores de risco na manipulação de alimentos, reforçando a importância da rastreabilidade em programas de alimentação em massa.
Como
(PS: os mapas de incidência em 3D ficam tão bons que quase dá gosto estar doente)