A Intel lançou seu processador Core i7-14700K de 14ª geração, uma CPU que chega com mais núcleos de eficiência (E-cores) que sua antecessora. Essa mudança busca oferecer um equilíbrio entre tarefas de renderização e jogos, sem disparar o preço nem o consumo. Analisamos se ele realmente cumpre o que promete no dia a dia.
Arquitetura híbrida e desempenho multitarefa em aplicações profissionais 🖥️
O i7-14700K combina 8 núcleos de desempenho (P-cores) com 12 núcleos de eficiência (E-cores), totalizando 20 núcleos e 28 threads. Essa configuração permite lidar com cargas pesadas de renderização no Blender ou Cinebench, enquanto os E-cores gerenciam processos secundários. A frequência turbo atinge 5.6 GHz nos P-cores, com um TDP base de 125W que pode subir para 253W em picos. Em jogos, os resultados são sólidos, embora a diferença para a geração anterior seja modesta se você não usar aplicações multithread.
Quando o processador pede mais pasta térmica que o vizinho 🔥
A Intel conseguiu que o i7-14700K tenha um desempenho de campeão em renderização, mas ao custo de um consumo que faria um micro-ondas corar. Claro, em jogos você mal nota a diferença para um i5 se não tiver um contador de FPS colado na testa. O melhor é que, ao ligar o PC, você pode escolher entre renderizar um projeto ou aquecer o escritório no inverno. Tudo vantagens, exceto para sua conta de luz.