Relatório revela violência sexual sistemática do Hamas em sete de outubro

13 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

Um relatório abrangente baseado em 400 depoimentos de testemunhas e especialistas documenta que o Hamas usou estupro, mutilação genital e outros atos de violência sexual como armas de guerra durante os ataques de 7 de outubro. A investigação, considerada a mais detalhada até o momento, aponta que esses crimes foram direcionados de forma deliberada contra mulheres e meninas israelenses, fazendo parte de uma estratégia sistemática de terror.

Uma imagem sombria mostra mãos femininas amarradas com arame sobre um fundo escuro, com uma sombra de arame farpado e um olho que chora, simbolizando o terror e a violência sexual sistemática.

Câmeras corporais e redes sociais: a tecnologia como testemunha 📹

O relatório se apoia em análises forenses de dispositivos eletrônicos, incluindo câmeras corporais dos agressores e gravações de telefones celulares. Os pesquisadores usaram ferramentas de inteligência artificial para autenticar e cruzar dados visuais com depoimentos. Também foram examinados padrões de comunicação em redes sociais e aplicativos de mensagens criptografadas para rastrear a coordenação dos ataques e a disseminação de propaganda que celebrava a violência sexual, o que permitiu estabelecer uma cadeia de comando e premeditação.

O manual de estilo da barbárie: edição limitada 🤡

Parece que o Hamas leu o manual errado de estratégia militar, aquele que diz que estuprar e mutilar é uma tática de guerra eficaz. Talvez tenham confundido o campo de batalha com um reality show de sobrevivência onde o mais cruel vence. O relatório detalha que até usaram redes sociais para promover suas façanhas, como se fossem influenciadores do horror. No final, seu legado não será de bravura, mas de um péssimo currículo para qualquer aspirante a grupo terrorista com pretensões de estadista.