A tecnologia 3D oferece aos psiquiatras ferramentas visuais para explicar distúrbios neurológicos. Por exemplo, imprimir modelos anatômicos do cérebro permite apontar áreas afetadas pela esquizofrenia ou pelo TOC. É necessário um scanner de ressonância e software de segmentação como 3D Slicer para converter dados médicos em arquivos imprimíveis.
Como criar modelos cerebrais com dados de pacientes 🧠
O processo começa com uma ressonância magnética do paciente. O psiquiatra usa software livre como FreeSurfer para segmentar estruturas como a amígdala ou o hipocampo. Em seguida, com o Meshmixer, a malha é limpa e exportada para STL. A impressora 3D FDM, usando PLA colorido, materializa as zonas patológicas. Isso ajuda na terapia a mostrar ao paciente a origem física de seus sintomas.
O divã se torna tangível (e não quebra ao cair) 🛋️
Agora o psiquiatra não apenas ouve suas obsessões, mas lhe entrega um cérebro de plástico. O paciente o toca e diz: Puxa, aqui tenho o distúrbio. O ruim é que, se não gostar do diagnóstico, pode tentar morder a peça. Mas pelo menos, ao contrário de um divã, este modelo não acumula poeira nem exige que você se deite para se sentir julgado.