No mundo do anime, um protagonista que resolve tudo com um único golpe pode ser monótono. A fórmula muda quando esse poder é combinado com uma personalidade atrapalhada ou ingênua. Demi Phillips, no CBR, analisa como esses idiotas poderosos conseguem manter o interesse: sua força não é um fim, mas um recurso cômico que humaniza o personagem e evita que a série se torne previsível.
O motor narrativo por trás do caos programado 🤖
De uma perspectiva de roteiro, equilibrar poder e estupidez exige precisão técnica. O personagem deve ter limites claros para que suas ações não quebrem a trama. Um exemplo é Saitama de One Punch Man, cuja força infinita é contrabalançada por sua falta de motivação. Os roteiristas usam humor visual e diálogos absurdos para que o espectador aceite a premissa sem questionar a lógica do mundo. Assim, o absurdo se torna coerente.
Inteligência zero, carisma infinito 😂
Ver um cara que pode partir montanhas mas esquece de comprar leite é uma experiência libertadora. Esses personagens nos lembram que não é preciso ser um gênio para triunfar; às vezes, basta ter um punho que quebra realidades e uma memória de peixe. Claro, se seu herói decidir usar sua superforça para abrir uma lata de atum, o humor está garantido. A estupidez bem executada é o verdadeiro superpoder.