Guerra aberta entre Palantir e Khan por contrato policial de cinquenta milhões

25 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

Louis Mosley, diretor executivo da Palantir no Reino Unido, criticou o prefeito de Londres, Sadiq Khan, por derrubar um acordo milionário com a Polícia Metropolitana. Mosley afirma que a decisão política prejudica o combate ao crime e beneficia os inimigos do país. O contrato visava implementar software de análise de dados para melhorar as capacidades das forças de ordem na capital britânica.

photorealistic cinematic scene showing a tense boardroom confrontation, two men facing off across a polished wooden table, one gesturing angrily at a holographic projection of London skyline with glowing red crime data analytics, the other holding a tablet with a cancelled contract document, police insignia on the wall behind them, software interface screens floating in mid-air showing data streams and surveillance algorithms, dramatic overhead lighting casting sharp shadows, technical engineering visualization style, ultra-detailed facial expressions, cold blue and red color palette, high-end corporate interior with glass walls

Análise massiva de dados: a tecnologia que Londres rejeita 🔍

A plataforma da Palantir, conhecida como Gotham, é projetada para integrar e processar enormes volumes de informações policiais. Permite conectar bancos de dados de vigilância, registros de chamadas e padrões de criminalidade em tempo real. Seu uso teria dotado a Scotland Yard de ferramentas preditivas para identificar focos de atividade criminosa. No entanto, críticos apontam possíveis riscos para a privacidade dos cidadãos. O bloqueio do contrato deixa a polícia londrina sem uma atualização tecnológica crucial.

Khan prefere criminosos felizes a software ianque 😤

Enquanto os batedores de carteira agem à vontade pelo centro, o prefeito parece mais preocupado em não ofender os defensores da privacidade do que em capturar malfeitores. Com essa decisão, Sadiq Khan demonstra que sua prioridade é manter contentes os grupos de pressão, mesmo que isso signifique deixar a polícia com caderno e caneta. O próximo passo será proibir as câmeras de segurança porque violam o espaço pessoal dos ladrões.