GNOME Commander 2.0 renasce em Rust com GTK4 e terminal integrado

25 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

GNOME Commander 2.0 chegou após uma reescrita completa do gerenciador de arquivos clássico para o ambiente GNOME. Inspirado no lendário Norton Commander, agora é desenvolvido em Rust e utiliza o kit GTK4. Entre suas novidades, destacam-se um terminal integrado, uma busca rápida reformulada, melhorias no visualizador interno, acessibilidade aprimorada e suporte otimizado para Wayland. O projeto está disponível no GitHub.

Interface do gerenciador de arquivos de painel duplo GNOME Commander renderizada como um display holográfico futurista, painel esquerdo mostrando árvore de diretórios com ícones de pastas, painel direito exibindo lista de arquivos, painel de terminal integrado na parte inferior com cursor piscando e prompt de comando, widgets GTK4 brilhando em azul, logotipo da linguagem de programação Rust incorporado como marca d'água translúcida, indicador do protocolo Wayland como ícone sutil, barra de busca com lupa animada mostrando processo de filtragem rápida, ilustração técnica fotorrealista, interface de modo escuro com iluminação neon, barras de progresso de transferência de arquivos flutuantes, detalhes de grade de pixels ultra-nítidos, visualização cinematográfica de interface sci-fi

Rust e GTK4: o motor de uma reescrita completa 🚀

A migração para Rust não é um capricho: a linguagem oferece segurança de memória e desempenho previsível, ideal para um gerenciador de arquivos que precisa lidar com operações com muitos arquivos sem hesitação. O GTK4, por sua vez, traz uma renderização mais eficiente e melhor integração com Wayland de fábrica. O terminal integrado permite executar comandos sem sair do aplicativo, enquanto a busca rápida foi reformulada para filtrar em tempo real. O visualizador interno agora suporta mais formatos e a acessibilidade foi revisada para leitores de tela.

Norton Commander renasce, mas sem unidade de disquete 💾

Finalmente alguém decidiu que o Norton Commander merecia uma segunda vida, embora desta vez sem necessidade de disquetes ou de invocar o DOS. O GNOME Commander 2.0 é o mesmo conceito de painéis laterais, mas agora em Rust, como mandam os cânones modernos. O mais engraçado é que, após a reescrita, provavelmente você continuará usando-o para mover arquivos de uma pasta para outra, como fazíamos em 1995, mas com um terminal integrado que ninguém pediu. O progresso, dizem.