O programa Future Health Technologies, com sede em Singapura e liderado por Nici Wenderoth, concluiu sua primeira fase com sucesso. Apesar de ter iniciado em meio à pandemia, o projeto conseguiu integrar estudantes, clínicas e ministérios por meio de um trabalho em equipe eficaz. Os comentários recebidos foram positivos, o que permitiu planejar a segunda fase do programa, denominada FHT 2.
Colaboração técnica e desenvolvimento de protótipos 🚀
Durante a fase inicial, a equipe desenvolveu protótipos funcionais para monitoramento remoto de pacientes e ferramentas de reabilitação digital. A colaboração com o Ministério da Saúde de Singapura permitiu validar esses sistemas em ambientes clínicos reais. Os estudantes de engenharia e ciências da saúde trabalharam em ciclos iterativos de design e teste, ajustando os dispositivos conforme os dados de uso obtidos em hospitais locais. A infraestrutura técnica é baseada em plataformas de código aberto e padrões de interoperabilidade, facilitando a integração com sistemas existentes.
Quando a pandemia empurra, mas a equipe empurra mais forte 😅
Iniciar um programa de saúde digital durante o confinamento global parece uma piada de mau gosto, mas a equipe da FHT encarou isso como um desafio pessoal. Dizem que o trabalho remoto e as videochamadas intermináveis forjaram um espírito de equipe tão sólido que agora até sentem falta das quedas de conexão. O mais irônico é que, para um programa focado em tecnologia do futuro, o maior feito foi aprender a se coordenar sem pisar nos cabos virtuais uns dos outros.