A França aprovou uma lei de restituição de patrimônio cultural, marcando um avanço na devolução de bens adquiridos durante o período colonial. A pesquisadora Catharine Titi aponta que existe vontade política, mas a implementação esbarra nas leis de inalienabilidade dos museus, exigindo acordos bilaterais para cada caso.
A blockchain como ferramenta para rastrear a origem das obras 🔗
A tecnologia blockchain pode facilitar a rastreabilidade de bens culturais, registrando sua procedência e cadeia de custódia desde sua origem. Sistemas de registro distribuído permitiriam verificar a autenticidade de documentos históricos e acordos de aquisição. No entanto, sua implementação requer padronização internacional e vontade política para digitalizar arquivos coloniais, um processo lento e caro.
Devolva o mármore ou te mando um NFT de lembrança 😅
Enquanto a França debate como devolver peças, a Grécia continua esperando os mármores do Partenon desde 1816. Talvez a solução seja uma troca: o Reino Unido devolve as esculturas e a França compensa com um NFT da ata de devolução. Assim todos ficam contentes, menos os museus que perderiam sua desculpa favorita para não soltar troféus.