A federação europeia de natação solicitou à World Aquatics uma prorrogação para adiar o retorno da Rússia e da Bielorrússia às competições com bandeiras e hinos até 1º de setembro. Esta manobra busca evitar que ambos os países participem dos Jogos Olímpicos de Paris 2026 sob seus símbolos nacionais, gerando um debate sobre a neutralidade no esporte.
O sistema de neutralidade como possível padrão técnico global 🌍
A proposta europeia apresenta um modelo técnico onde os atletas competem sob bandeira neutra, sem hinos nacionais ou símbolos estatais. Este sistema, semelhante ao usado em outros esportes, requer uma plataforma de verificação de identidade e cumprimento de normas antidoping. A World Aquatics deverá decidir se implementa este protocolo como padrão, o que implicaria ajustes nos sistemas de inscrição e transmissão ao vivo para evitar a exibição de emblemas nacionais.
A arte de nadar sem bandeira nem hino 🏊
Parece que a solução para a Rússia e a Bielorrússia voltarem à piscina é que seus nadadores usem uma braçadeira com o logotipo da federação, mas sem a bandeira. Assim, se um russo ganhar o ouro, o pódio fica mudo. Não haverá hino, apenas o som das gotas caindo. Pelo menos, assim os juízes não terão que aprender a letra de um hino que não toca desde 2022.