O design de realidade virtual exige criar ambientes interativos e críveis. A tecnologia 3D permite construir esses espaços com precisão, desde a geometria de um objeto até a iluminação global. Um exemplo claro: ao projetar uma sala de escape virtual, a modelagem 3D define cada móvel e textura, e a impressão 3D pode gerar protótipos físicos para validar a ergonomia dos controles.
Fluxo de trabalho entre modelagem e motor de VR 🎮
O processo começa em programas de modelagem como Blender ou Autodesk Maya. Lá, são criados assets com topologia otimizada para manter uma taxa de quadros estável. Em seguida, são exportados para motores como Unity ou Unreal Engine, onde são adicionadas físicas, interações e renderização estereoscópica. Ferramentas como Substance Painter texturizam os modelos. Para validar o design, são usados headsets como Oculus Rift ou HTC Vive. A impressão 3D de controles personalizados, com software como Fusion 360, permite testar a pegada antes da fabricação em série.
Quando o cliente pede um mundo virtual, mas só sabe usar o Paint 🎨
Chega o cliente que quer uma simulação realista da sua loja de móveis, mas a referência dele é um desenho feito no Paint com o mouse. Você explica que modelar em 3D não é mágica, embora às vezes pareça. Mostra um cubo no Blender e ele pergunta se já pode vendê-lo como escritório virtual. No final, ele aceita que o realismo custa tempo e que o seu esboço de uma cadeira com pernas de tamanhos diferentes não é o que chamamos de um asset otimizado.