O filho do senador e o celular da mãe no caso Plus Ultra

25 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

A UDEF revelou que Manuel Aarón Fajardo, filho do senador socialista Francisco Manuel Fajardo, usou em 2020 um telefone registrado no nome de sua mãe, juíza do TSJC, para contatar a trama do resgate da Plus Ultra. A investigação destaca a amizade do pai com Zapatero e uma suposta via de acesso a ajudas públicas durante a pandemia. A polícia não atribui participação da mãe nos fatos.

Investigação policial noturna, dois agentes da UDEF examinam um telefone celular sobre uma mesa metálica, tela azul iluminando documentos oficiais, uma toga judicial dobrada ao fundo, um notebook aberto mostrando diagramas de fluxo financeiro, uma lupa sobre um contrato de resgate, cabos USB conectados a um dispositivo forense, estilo cinematográfico realista, iluminação fria de escritório, sombras duras, textura de papel amassado, foco nítido nas mãos enluvadas manipulando o telefone, atmosfera de investigação técnica, photorealistic render

A segurança dos terminais e o rastro das linhas corporativas 📱

O uso de um terminal registrado em nome de terceiros, neste caso uma juíza, complica a rastreabilidade das comunicações. A UDEF analisa os registros de chamadas e mensagens para estabelecer a cadeia de contatos entre o filho do senador e os intermediários do resgate. Este método, conhecido como linhas opacas, não é ilegal por si só, mas dificulta o trabalho policial ao ocultar a titularidade real do dispositivo e sua vinculação com a trama.

O telefone da mamãe, o curinga perfeito para os negócios 🕵️

Se algo demonstra este caso é que, para certos contatos de alto nível, o telefone da mãe continua sendo o recurso mais confiável. Nada de aplicativos criptografados ou códigos de segurança: basta que a linha esteja registrada no nome de uma juíza para que as chamadas tenham um plus de discrição. Claro, quando a UDEF liga, até o melhor curinga familiar acaba tocando no relatório policial.