Díaz-Canel esclarece: Cuba não agride os EUA mas não os teme

13 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O presidente Miguel Díaz-Canel utilizou suas redes sociais para deixar claro que, apesar dos 90 quilômetros que separam Cuba da Flórida, a ilha jamais empreendeu uma ação ofensiva contra os Estados Unidos. O mandatário ressaltou que seu país não representa uma ameaça nem busca desafiar Washington, embora tenha assegurado que também não existe temor diante das tensões históricas. A declaração busca esclarecer dúvidas sobre a postura defensiva de Havana.

Um mapa de Cuba e Flórida separados por 90 km; ao lado, Díaz-Canel sereno, sem medo nem agressão.

Cibersegurança e paciência: as armas tecnológicas da ilha 🛡️

Em um contexto onde a tecnologia define as fronteiras, Cuba mantém uma postura de ciberdefesa sem capacidade ofensiva documentada. Especialistas apontam que a infraestrutura digital da ilha, limitada pelo embargo, foca em proteger seus servidores governamentais e evitar intrusões. Enquanto potências como os EUA investem em ciberexércitos, Havana prioriza sistemas de detecção precoce e criptografia básica. A lacuna digital continua sendo um fator-chave que impede qualquer escalada técnica real a partir do Caribe.

Mísseis de brinquedo vs. o Pentágono: uma história de vizinhos 😂

Enquanto isso, nas redes sociais, alguns usuários brincam com a ideia de que Cuba poderia lançar um ataque com balsas de borracha ou com canções de son. A realidade é que o exército mais poderoso do planeta parece mais preocupado com um furacão do que com uma ofensiva vinda da ilha. Díaz-Canel tem razão: não há medo, mas também não há com o que atacar. Pelo menos, os cubanos podem se gabar de ter melhores praias e rum mais barato que seus vizinhos do norte.