Cyberpunk 2077: giros, chips e um fantasma na cabeça

03 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

Night City não perdoa, e menos ainda quando colocam um chip com a consciência de um rockeiro terrorista no seu crânio. Cyberpunk 2077 constrói sua narrativa em cima de reviravoltas que questionam a realidade de V, enquanto a sombra de Johnny Silverhand paira sobre cada decisão. A linha entre aliado e inimigo se torna borrada nesta distopia cyberpunk.

Uma silhueta de V, com brilho cibernético na cabeça, olha para uma cidade noturna de neon sob a sombra fantasmagórica de Johnny Silverhand.

O motor narrativo: como o Relic reescreve a jogabilidade 🎮

O biochip Relic não é apenas um MacGuffin; ele atua como um motor de estado que força o jogador a lidar com uma IA criptografada em seu sistema. Tecnicamente, a CD Projekt Red implementa um sistema de diálogos ramificados que se alteram conforme a afinidade com Johnny, modificando missões e desbloqueando opções. Este design de ramificações entrelaçadas eleva a rejogabilidade, embora às vezes o ritmo sofra devido à linearidade de certos atos.

Quando seu pior inimigo mora na sua cabeça sem pagar aluguel 🧠

Ter Keanu Reeves como ocupante mental parece legal até você perceber que ele não pode pagar nem metade do aluguel do seu apartamento em Watson. Johnny critica suas roupas, suas escolhas e até seu penteado, mas sem ele, a trama murcha como um pneu no Deserto Badlands. No final, é como lidar com um colega de quarto que fuma na sala e se acha o dono do apartamento.