Campillo se junta à crítica contra Bolloré e a sombra de uma lista negra

22 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O cineasta Robin Campillo se juntou à carta aberta assinada por mais de 2.000 profissionais do cinema francês contra o bilionário conservador Vincent Bolloré. Campillo questiona a viabilidade de uma possível lista negra na indústria, apontando dúvidas sobre sua implementação e legalidade. A ação busca proteger a diversidade e a independência criativa.

cena cinematográfica de uma sala de edição de filmes, a mão de um diretor pressionando pausa em um console de edição digital, um documento de lista negra com nomes censurados queimando na borda de um monitor, fumaça subindo enquanto vários rolos de filme e lentes de câmera se espalham sobre uma mesa de madeira, iluminação lateral dramática projetando sombras longas, ilustração técnica fotorrealista, sombras de alto contraste, equipamento metálico refletindo um brilho âmbar, tensão no ar, texturas ultra-detalhadas no estoque de filme e nas teclas do teclado

A viabilidade técnica de uma lista negra na indústria do cinema 🎬

De um ponto de vista técnico, implementar uma lista negra no cinema francês seria complexo. Não existe um registro centralizado que permita vetar profissionais sem violar leis de concorrência e proteção de dados. A rastreabilidade de contratações e financiamento é limitada, e qualquer tentativa de exclusão sistemática esbarraria em normas trabalhistas e de livre circulação de serviços dentro da UE.

Bolloré: o vilão que une diretores como se fossem super-heróis 🦸

Quem diria. O magnata conservador conseguiu o que poucos: unir mais de 2.000 profissionais do cinema em uma única carta. Se continuar assim, logo veremos Campillo e companhia formando uma equipe de vingadores do celuloide. O próximo passo será um filme de ação onde Bolloré aparece como o chefe final, derrotado não por um raio laser, mas por uma reunião de sindicato.