O gramado de Butarque foi testemunha da supremacia madrilena nas finais das Copas do Rei e da Rainha. Na competição masculina, a equipe de Alcobendas conquistou o título após um duelo de alta intensidade. Sua implantação tática e resistência física foram determinantes para superar um rival que não encontrou respostas. Os torcedores presentes desfrutaram de um espetáculo que confirmou o bom momento do futebol de base na região.
A tática e a tecnologia fazem a diferença no gramado 🏆
O sucesso de Alcobendas não foi por acaso. Sua abordagem combinou um bloco defensivo sólido com transições rápidas, apoiado em uma análise de dados prévia que identificou as fraquezas do rival. O uso de ferramentas de rastreamento GPS durante os treinos permitiu otimizar a carga física, garantindo que os jogadores mantivessem a intensidade até o minuto 90. Além disso, a comunicação em tempo real do banco, por meio de sistemas de áudio, corrigiu a pressão em zonas-chave, neutralizando o jogo aéreo do oponente.
O VAR nem percebeu, mas o banco pediu a hora ⏰
A tecnologia não foi a única protagonista. O relógio também foi, porque o jogo durou o mesmo que uma série da Netflix: demais. Houve tempo para os jogadores fazerem amigos, tirarem fotos e até para um roupeiro perguntar se faltava muito para o jantar. Isso sim, o VAR teve um dia de descanso, talvez porque os árbitros também quisessem aproveitar a final sem ter que discutir com uma tela. No final, o troféu viajou para Alcobendas, que já está pensando em como encher a vitrine.