Bambu Lab sob investigação por fechar fork de código aberto

22 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O fabricante chinês Bambu Lab enfrenta uma investigação formal por violar a licença AGPLv3 após enviar uma carta de cessação e desistência ao desenvolvedor Paweł Jarczak. Isso o obrigou a remover um fork do OrcaSlicer que restaurava funções de impressão na nuvem, gerando controvérsia na comunidade de impressão 3D.

ilustração técnica cinematográfica de uma placa-mãe de impressora 3D sendo dissecada por ícones de cadeado digital brilhantes, documento de licença AGPLv3 rasgado ao meio por um braço robótico, interface de software OrcaSlicer se fragmentando em código binário enquanto um ícone de servidor em nuvem projeta uma sombra sobre um símbolo de fork de código aberto quebrado, visualização de engenharia fotorrealista, iluminação dramática em azul e vermelho, trilhas de placa de circuito brilhando como sinais de alerta, componentes metálicos refletindo luz de estúdio intensa, texturas de PCB ultra detalhadas, desfoque de movimento em fragmentos de código caindo, atmosfera industrial de alto contraste

A licença AGPLv3 e a derivação do software 🔍

O Bambu Studio deriva diretamente do PrusaSlicer e do Slic3r, ambos sob AGPLv3. Esta licença exige que qualquer obra derivada mantenha o código aberto e distribua suas alterações. Ao usar o software para criar o Bambu Studio, a empresa aceitou esses termos. Agora, ao tentar eliminar forks que restauram funções removidas, pode estar violando a mesma licença que lhe permitiu criar seu produto base.

O fork que voltou para incomodar a Bambu Lab 🔄

Parece que a filosofia do código aberto é como um bumerangue: sempre volta, e às vezes acerta na nuca. O desenvolvedor Jarczak apenas restaurou funções que já existiam, mas a Bambu Lab se sentiu tão ofendida que pediu sua remoção. Agora, a comunidade espera que o fabricante aprenda que não se pode fechar a porta quando já se derrubou a parede.