Aves marinhas se adaptam a dispositivos de dissuasão em redes de pesca

22 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

Um estudo publicado na Royal Society Open Science revela a dificuldade de proteger as aves marinhas de capturas acidentais sem causar danos a elas. Por serem protegidas pela União Europeia, os cientistas buscam métodos eficazes. No entanto, eles constataram que, embora objetos em movimento gerem uma ameaça inicial, as aves se adaptam rapidamente se o estímulo for previsível, perdendo eficácia com o tempo.

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O dispositivo Bobby e a habituação das aves em condições reais 🐦

Os pesquisadores dinamarqueses testaram o dispositivo Bobby em cenários de pesca real, projetado para afugentar as aves marinhas das redes. O estudo evidencia um desafio técnico chave: a habituação. As aves, ao detectarem que o estímulo não representa um perigo constante, ignoram-no progressivamente. Esse fenômeno reduz a eficácia do sistema, obrigando a repensar estratégias que alternem padrões imprevisíveis para manter a dissuasão sem danificar a fauna protegida.

Pássaros espertos: o truque do Bobby que não cola neles 🧠

Acontece que as aves marinhas não são tão ingênuas quanto parecem. O Bobby, com sua dança mecânica, no início as assusta, mas logo elas descobrem que é como um espantalho sem mistério: só se move sem caçar. Os cientistas confirmam que, se o estímulo for previsível, as aves ficam entediadas e voltam aos seus velhos hábitos. Talvez a solução seja um Bobby que faça parada de mãos ou conte piadas, porque com pássaros tão espertos, a pesca fica complicada.