ASUS ROG Zephyrus G16 2024: Um notebook fino para renderização 3D?

20 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

A ASUS lançou o ROG Zephyrus G16 (GA605), um notebook que desafia as convenções do hardware para 3D. Com um chassi de alumínio CNC de apenas 1,5 cm de espessura e uma tela OLED 2.5K a 240Hz, o equipamento promete portabilidade sem sacrificar o desempenho visual. Mas a pergunta chave para os criadores no Foro3D é se esta máquina, projetada para gamers, pode sustentar cargas de trabalho pesadas no Blender, Maya ou ZBrush sem estrangular seu desempenho térmico.

Notebook ASUS ROG Zephyrus G16 2024 aberto sobre mesa com tela OLED mostrando modelo 3D no Blender

Análise técnica do hardware para fluxos 3D 🔧

O Zephyrus G16 monta uma GPU NVIDIA GeForce RTX 4070 (ou superior, conforme configuração) e um processador AMD Ryzen 9 7940HS. Na renderização por GPU (Octane, Redshift), a RTX 4070 oferece um desempenho sólido para cenas de complexidade média, mas seu TGP limitado (aproximadamente 85-100W) em um chassi tão fino implica que, em ciclos longos de render, o desempenho sustentado será menor do que em uma estação de trabalho de 16 polegadas mais espessa. Para modelagem em tempo real, a tela OLED de 2.5K com 240Hz é um luxo: a precisão de cores (100% DCI-P3) é ideal para texturização, embora os 240Hz sejam excessivos para 3D estático, mas benéficos para a navegação no viewport. A RAM de até 32GB LPDDR5 é suficiente para projetos de tamanho médio, mas não expansível, o que pode ser um gargalo em simulações pesadas.

O design ultrafino compromete a potência sustentada? 🔥

A grande questão é se a refrigeração deste notebook consegue lidar com uma renderização de 30 minutos no Cycles ou Arnold. Os primeiros testes indicam que o sistema de refrigeração com três ventiladores e pasta térmica líquida consegue manter a GPU abaixo de 85°C durante períodos curtos, mas, sob estresse contínuo, o desempenho cai entre 10% e 15% em relação a equipamentos mais volumosos como um ROG Strix G16. Para o criador 3D que precisa de máxima potência sustentada, este Zephyrus é uma solução de compromisso: excelente para modelagem e viewport em movimento, mas não ideal para ser a estação de render primária de um estúdio. É, sem dúvida, um companheiro de viagem para ajustes e reuniões, não um cavalo de batalha de simulação.

É possível que um chassi tão fino quanto o do ASUS ROG Zephyrus G16 2024 consiga manter temperaturas estáveis e um desempenho sustentado durante sessões longas de renderização 3D sem recorrer a uma redução drástica de frequências?

(PS: Se o computador soltar fumaça ao abrir o Blender, talvez você precise de mais que um ventilador e fé)