ASUS ROG Ally X: mais RAM e bateria para jogar sem amarras

17 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

A ASUS atualizou seu console portátil com o ROG Ally X, uma versão que não reinventa a roda, mas corrige duas das críticas mais comuns do modelo original. O dispositivo agora incorpora 24GB de RAM LPDDR5X e uma bateria de 80Wh, o que promete dobrar a autonomia em jogos AAA. Um passo lógico para competir em um mercado cada vez mais exigente.

Console portátil ASUS ROG Ally X aberto em uma bancada de trabalho, técnico instalando um pacote de bateria de alta capacidade de 80Wh ao lado de um módulo de RAM LPDDR5X de 24GB, placa-mãe exposta com tubos de calor de cobre e ventoinha de resfriamento visíveis, sobreposição digital de desempenho mostrando consumo de energia em tempo real e porcentagem da bateria aumentando, mãos conectando cabos ribbon durante o processo de upgrade, visualização cinematográfica de engenharia, chassi cinza metálico com iluminação RGB refletindo nas ferramentas, render técnico fotorrealista, iluminação dramática de oficina com tons azuis e laranja, traços de circuito e pontos de solda ultra detalhados

24GB de RAM e 80Wh: como isso muda o desempenho portátil 🎮

O salto para 24GB de RAM LPDDR5X permite um gerenciamento mais fluido dos títulos modernos, reduzindo gargalos em cenários de múltiplos aplicativos. A bateria de 80Wh, por sua vez, é o dobro da capacidade original. Isso se traduz em sessões de jogo mais longas sem depender de um carregador. A integração com o Windows 11 continua sendo o ponto fraco, mas o hardware agora responde melhor às exigências dos títulos triple A mais pesados.

Agora o carregador fica em casa (e sente falta da companhia) 🔋

Com 80Wh de bateria, o ROG Ally X transforma o carregador em um acessório dispensável por horas. É verdade que os jogadores que usavam o calor do transformador como aquecedor de mãos no inverno terão que encontrar outra desculpa para não se levantar. Pelo menos, a RAM extra servirá para ter 15 abas do Chrome abertas enquanto você finge que trabalha. Um avanço técnico que também é um golpe na indústria das réguas de energia.