Andrés Mejía mapeia a identidade manchega em Argamasilla

19 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

Andrés Mejía apresentou seu mapa da identidade manchega durante a III Feira do Livro de Argamasilla de Calatrava. A obra explora as raízes culturais, tradições e marcas identitárias de La Mancha, oferecendo uma visão geográfica e simbólica da região. Mejía destacou a importância de preservar o patrimônio imaterial, como a linguagem, a gastronomia e os costumes populares, frente à globalização.

Andrés Mejía apontando para um grande mapa desdobrado sobre uma mesa de madeira durante a feira do livro, assistentes observando enquanto ele traça linhas vermelhas que conectam pontos geográficos com ícones de tradições manchegas, fundo com estantes de livros e jarras de barro, câmera lenta capturando o gesto de sua mão segurando um lápis técnico, luz quente de luminárias pendentes, estilo cinematográfico documental, textura de papel antigo, foco nítido nos detalhes do mapa, composição horizontal ampla.

Um SIG para não se perder entre moinhos e costumes 🗺️

O mapa integra camadas de dados históricos e literários com sistemas de informação geográfica. Cada ponto inclui referências a personagens de Cervantes, paisagens como os moinhos de Consuegra e rotas de transumância. Mejía usou software de código aberto para geolocalizar elementos do patrimônio imaterial, como provérbios, pratos típicos e festejos locais. O resultado é uma ferramenta digital que permite explorar a região a partir de uma perspectiva cultural e técnica.

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O mapa promete que você não se perderá entre vinhedos, embora se for do tipo que confunde um rebanho com um exército inimigo, talvez precise de mais que um SIG. Mejía incluiu até o cheiro de gazpacho manchego nas camadas de dados, mas não avisa se o vento de La Mancha vai despentear você. Pelo menos, se se perder, saberá onde encontrar um bom pisto e uma sesta reparadora.