Alemanha busca substituto após cancelamento de mísseis americanos

13 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

A decisão dos Estados Unidos de interromper a implantação de mísseis Tomahawk na Alemanha deixa o país sem sua ponte de defesa de médio alcance. O plano de 2024, que buscava dissuadir a Rússia com projéteis de até 2.500 quilômetros, agora obriga Berlim a acelerar o desenvolvimento de armas próprias, um processo que promete ser lento e caro.

Um mapa da Europa centrado na Alemanha mostra um míssil Tomahawk riscado em vermelho, com uma seta quebrada em direção a Berlim e uma ampulheta sobre um esboço de míssil próprio.

Desenvolvimento de mísseis de cruzeiro europeus em andamento 🚀

Diante do vácuo, a indústria europeia trabalha em mísseis de cruzeiro com alcance de 2.500 quilômetros, capazes de atingir território russo. Esses sistemas, baseados em tecnologias de propulsão e guiagem avançadas, exigem superar desafios de integração com plataformas navais e aéreas. O programa, liderado pela Alemanha e França, busca operacionalidade para 2030, embora os prazos dependam de financiamento e testes bem-sucedidos em campo.

Europa, a nova dona do seu próprio míssil 🎯

Após a retirada americana, a Alemanha descobre que depender da ajuda externa é como pedir emprestado o carro do vizinho para uma viagem longa: mais cedo ou mais tarde, você fica a pé. Agora, com o desenvolvimento local, os engenheiros alemães terão que explicar aos políticos que os mísseis não se fabricam com pressa nem com burocracia. Pelo menos, o atraso dá tempo para decidir se o botão de lançamento deve ter um design mais elegante.