O cineasta japonês Taichi Kimura alcançou um marco em sua carreira. Seu filme Fujiko, que narra a história de luta de sua própria mãe, ganhou um prêmio de destaque em um festival internacional. Esse reconhecimento abriu portas para acordos de distribuição global, colocando o filme no radar de audiências de vários países.
A tecnologia por trás da narrativa emocional 🎬
Kimura combinou técnicas de filmagem digital com lentes anamórficas para capturar a textura visual da memória. O material foi processado com um fluxo de trabalho no DaVinci Resolve, ajustando a temperatura de cor para refletir as mudanças temporais na história. A trilha sonora, composta com sintetizadores modulares, foi mixada em 5.1 para gerar uma atmosfera envolvente. A equipe usou uma câmera Sony FX6 com um rig leve para filmar em espaços reduzidos, como a casa real da mãe de Kimura.
Mamãe finalmente tem seu próprio filme (e não é de terror) 🤖
Após décadas ouvindo sua mãe contar anedotas no jantar, Kimura decidiu que era hora de colocar câmera e roteiro. O resultado é Fujiko, um drama que evita os clichês do cinema de sacrifício maternal. O curioso é que, segundo fontes próximas, a mãe real já está recebendo royalties e pensa em comprar um robô aspirador com o primeiro cheque. Finalmente a tecnologia serve para algo mais do que filmar dramas familiares.