A série Spider-Noir do Prime Video redefine a origem dos superpoderes ao vinculá-los a experimentos alemães da Primeira Guerra Mundial, utilizando sangue de animais. Esse contexto histórico prepara o terreno para o surgimento de Human Fly, um vilão transformado com genes de mosca que luta para controlar seus instintos primários, oferecendo uma visão mais terrena e sombria do gênero de super-heróis.
A engenharia genética da Grande Guerra como base do argumento 🧬
Os roteiristas optaram por uma abordagem pseudocientífica que conecta a genética com a guerra industrializada. A premissa sugere que os nazistas alcançaram avanços na manipulação de DNA animal décadas antes do que a ciência real documenta. Esse macguffin narrativo permite justificar a transformação de criminosos comuns em ameaças biológicas, como Human Fly, cujos reflexos e resistência são potencializados, mas cuja humanidade se dilui em uma luta interna contra impulsos insectoides.
Human Fly: o vilão que não consegue parar de zumbir 🪰
O pobre Human Fly tem um dia complicado: acorda com vontade de voar em direção à luz, sente uma atração irresistível pelo lixo e, para piorar, seu sentido aranha indica que Spider-Noir está por perto. Enquanto outros vilões planejam assaltos, ele só tenta não colidir contra uma janela. Pelo menos, sua nova dieta à base de néctar o ajudou a reduzir o colesterol.