O Governo de Aragão iniciou conversas com a Ryanair, Vueling e outras companhias aéreas para estabelecer uma base operacional no aeroporto de Saragoça. O objetivo é duplicar os destinos atuais e ultrapassar um milhão de passageiros anuais, face aos 700.000 registados. Priorizam-se conexões diretas com Londres, Milão e Frankfurt, o que melhoraria a conectividade regional e fomentaria o turismo.
Modelo de crescimento aeroportuário baseado em hubs de baixo custo ✈️
A estratégia de Aragão segue o padrão de aeroportos secundários que captam tráfego mediante incentivos a low cost. A Ryanair e a Vueling operam com modelos de alta rotação em bases próprias, onde estacionam aeronaves e tripulações. Isto permite frequências diárias para destinos-chave sem depender de conexões Madrid-Barcelona. O investimento em infraestrutura, como ampliação de terminal e plataforma, é condição necessária para albergar mais aeronaves e rotas regulares.
Adeus à sesta: Ryanair descobre que Saragoça existe 😅
Depois de anos ignorando a capital aragonesa, as companhias low cost cheiraram o dinheiro público e decidiram que Saragoça merece um lugar nos seus mapas. Sim, não esperes que te levem à tua terra: oferecer-te-ão voos para Londres, Milão ou Frankfurt, mas provavelmente aterrarás em aeroportos que ficam a 80 quilómetros dessas cidades. O importante é que poderás gabar-te de ter base, embora o bilhete te custe o mesmo que um fim de semana nos Pirenéus.