Phoebe Bridgers lança seu terceiro disco, Lost Weekend, em 14 de agosto, após seis anos sem música solo. A cantora anunciou uma turnê pelos Estados Unidos e Europa a partir de setembro, com ingressos esgotados na maioria das datas. Os fãs poderão curtir novas músicas e shows ao vivo, embora os preços baixos de alguns concertos tenham sido uma exceção. Seu retorno gera expectativas por sua música melancólica e apresentações sem celulares.
Como a política de não celulares redefine a experiência ao vivo 🎵
Bridgers implementa uma política rigorosa de não celulares em seus shows, usando bolsas magnéticas Yondr que bloqueiam o sinal. Essa tecnologia, usada por artistas como Bob Dylan ou Jack White, busca forçar o público a se conectar com o momento presente. Do ponto de vista do desenvolvimento, a medida reduz a distração visual e melhora a qualidade do som ao eliminar telas acesas. Além disso, evita vazamentos de músicas inéditas de Lost Weekend, protegendo a experiência auditiva e o controle do artista sobre sua obra.
Pagar para não ver o celular: o novo luxo do indie 📱
Então você paga uma fortuna por um show e ainda tem o celular sequestrado. Bridgers te obriga a viver o momento, como se você fosse um monge do século XII com iluminação melhor. Os fãs, acostumados a gravar tudo para o Instagram, agora precisam lembrar como se ouvia música sem o brilho de uma tela. Pelo menos, se você ficar entediado, sempre pode contar as rachaduras no teto do local. Um luxo que só quem não tem dados ilimitados pode apreciar.