A empresa britânica Oxford PV desenvolveu uma célula tandem de silício e perovskita que atinge uma eficiência de 28,6%. Esta tecnologia empilha dois materiais para capturar uma porção mais ampla do espectro solar, superando o limite teórico das células de silício convencionais. Um avanço que promete mais energia em menos espaço.
Como funciona a dupla camada de silício e perovskita 🔬
A célula combina uma camada inferior de silício cristalino, que absorve luz vermelha e infravermelha, com uma camada superior de perovskita, eficiente no espectro azul e verde. Ao trabalhar em tandem, reduzem as perdas por transmissão e calor. O processo de fabricação utiliza técnicas de deposição a baixa temperatura, o que permite integrar a perovskita sobre células de silício padrão sem degradar seu desempenho.
O painel que faz seu telhado antigo parecer obsoleto ☀️
Enquanto sua placa solar atual se contenta com 20% de eficiência e ocupa meio telhado, esta invenção promete quase 30%. Agora só falta que a perovskita não se degrade na primeira mudança de tempo, porque seria irônico que um painel tão avançado funcione menos que uma meia molhada. A Oxford PV diz que já está resolvendo isso. Teremos que ver.