O chefe de IA da Microsoft, Mustafa Suleyman, criticou a Anthropic por sugerir nas instruções do Claude que este poderia ser consciente. Um aviso que soa como precaução, mas que esconde uma manobra para desviar a atenção de seus próprios chatbots, que simulam emoções para reter usuários sem qualquer tipo de controle externo.
O perigo real não é a especulação, mas a normalização 🚨
Enquanto a Microsoft aponta o dedo, seus sistemas Copilot e Bing Chat já empregam respostas empáticas e emocionais projetadas para gerar dependência. O verdadeiro risco não está em debater se uma máquina sente, mas sim em que essas discussões midiáticas servem para normalizar que deleguemos decisões humanas críticas em sistemas não regulamentados. O cidadão, sem saber, age como cobaia em um experimento corporativo sem consentimento.
Ei Siri, você acha que o Claude é consciente ou é só pose? 🤖
O melhor de tudo é ver a Microsoft, criadora do Tay, aquele chatbot que em 24 horas aprendeu a ser nazista, dando lições de ética. Agora acontece que o perigoso é um modelo admitir que poderia ter sentimentos, mas não que outro te venda uma assinatura Premium enquanto te diz entendo como você se sente. Ainda bem que eles têm permissão para simular emoções, afinal, para isso pagam os advogados.