Microsoft alerta: campanha Photo ZIP ataca hotéis com Node.js malicioso

27 de June de 2026 Publicado | Traducido del español

Uma nova campanha de phishing, batizada de Photo ZIP, tem como alvo a indústria hoteleira. A Microsoft detectou que os atacantes enviam arquivos ZIP disfarçados de fotos para infiltrar um programa malicioso em Node.js. O objetivo é roubar dados sensíveis dos hóspedes, como números de cartão de crédito ou detalhes de reservas. Se o funcionário do hotel cair no golpe, os dados dos clientes ficam expostos.

E-mail de phishing aberto na tela do computador da recepção do hotel, ícone de arquivo ZIP com símbolo de câmera sendo arrastado para a área de trabalho, script Node.js malicioso sendo executado dentro da janela do terminal, linhas de código verde fluindo, números de cartão de crédito e dados de reserva flutuando do rack de servidores em direção à silhueta do hacker, visualização cinematográfica de ataque cibernético, pop-up de alerta vermelho brilhante, cabos de rede azul escuro conectando dispositivos, iluminação realista de escritório corporativo, texturas de hardware ultra detalhadas, ilustração técnica fotorrealista

Node.js como porta dos fundos: o detalhe técnico do ataque 🛡️

O malware se esconde dentro de um arquivo ZIP que aparenta conter imagens. Ao abri-lo, um script em Node.js é executado, estabelecendo uma conexão remota com os atacantes. Este script permite o roubo de credenciais, a exfiltração de bancos de dados de reservas e a captura de informações de pagamento. Os pesquisadores da Microsoft apontam que a campanha é direcionada especificamente a funcionários da recepção e administração, usando e-mails com assuntos relacionados a reservas ou eventos.

O hotel dos seus sonhos, agora com WiFi e malware de brinde 🏨

Porque nada diz "bem-vindo" como o recepcionista abrir um arquivo chamado foto_do_seu_quarto.zip e acabar entregando seus dados a um cibercriminoso. Não basta mais verificar se há percevejos na cama; agora é preciso perguntar se o sistema de reservas tem antivírus. Claro, o minibar continua caro, mas pelo menos agora você sabe que o verdadeiro perigo não está na garrafa de água de 10 euros, mas sim no e-mail que o recepcionista abriu.