A Escola de Pintura Mediterrânea de Xàbia colocou o ponto final em seu ano acadêmico com uma exposição dedicada às árvores. Os alunos mostraram seu talento e criatividade através de obras que capturam a essência da paisagem mediterrânea. A mostra, aberta ao público, reflete o trabalho realizado durante meses e a evolução técnica dos participantes, consolidando a escola como uma referência local no aprendizado artístico.
Renderização natural: o pixel encontra a seiva 🌿
Embora a pintura tradicional tenha sido o eixo central, a exposição também explorou técnicas digitais. Alguns alunos combinaram esboços a carvão com retoques em tablets gráficos, usando software de edição para ajustar luzes e sombras. O processo envolveu escanear as telas e trabalhar camadas de cor em programas como Photoshop, conseguindo uma fusão entre o analógico e o digital. Esta metodologia permitiu corrigir detalhes sem perder a textura original, um recurso cada vez mais comum em oficinas de arte contemporânea.
O pinheiro que não sabia posar e outras odisseias botânicas 🌲
A exposição teve sua dose de caos. Um aluno confundiu um cipreste com um pinheiro-manso e pintou pinhas em uma árvore que jamais as deu. Outro passou três sessões desenhando um galho que acabou sendo um cabo de luz. Os vizinhos do bairro, ao passar, perguntavam se aquilo era arte abstrata ou um erro de principiante. No final, tudo ficou em anedotas que, como a seiva, fluem entre risadas e pincéis.