O armazenamento de combustível nuclear gasto no Japão atinge 90% da capacidade em vários reatores que voltaram a operar após Fukushima. Dos 15 reatores reativados, muitos enfrentam saturação de resíduos radioativos. Para a cidadania, isso implica maior risco de acidentes ou soluções caras de armazenamento que podem elevar as tarifas elétricas.
Tecnologia de armazenamento seco como solução provisória 🛢️
A indústria nuclear japonesa explora contêineres de armazenamento seco, barris de aço e concreto que abrigam o combustível por décadas. No entanto, a falta de um repositório geológico definitivo e a oposição local a novas instalações atrasam a gestão. Cada reator produz cerca de 30 toneladas de resíduos por ano, e os espaços em piscinas de resfriamento se esgotam sem um plano centralizado viável.
Armazenar resíduos nucleares: o novo esporte radical nipônico 🤯
Parece que no Japão inventaram um novo passatempo: ver quem empilha mais barris de combustível gasto sem que ninguém reclame. Os vizinhos não querem um cemitério nuclear perto, mas sim eletricidade barata. Assim, as elétricas fazem malabarismos: apertam as piscinas como se fossem um trem na hora do rush em Tóquio. No ritmo que vamos, logo veremos estantes para resíduos nos supermercados.