A Apple apresentou suas novas atualizações estrela, iOS 27 e macOS 27, prometendo uma revolução na organização de abas do Safari e edição fotográfica com inteligência artificial. No entanto, uma análise rápida revela que essas funções estão disponíveis há anos no Chrome, Firefox ou Google Fotos. A empresa de Cupertino maquia a cópia como avanço para que sua base de usuários acredite que lidera o setor.
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A edição com inteligência artificial não é processada no dispositivo do usuário, mas em servidores remotos da Apple. A desculpa oficial é melhorar o modelo de aprendizado, mas o efeito real é que a empresa analisa as imagens dos usuários sem consentimento explícito. Enquanto isso, a organização de abas no Safari replica funções que o Chrome implementou em 2020. Não há inovação, apenas um esforço para se atualizar com a concorrência enquanto garantem dados valiosos.
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A apresentação foi um festival de aplausos para funções que qualquer usuário do Android usa há anos. A Apple aperfeiçoou a arte de chamar de inovação o que outros já fizeram. O próximo passo será anunciarem o botão home como uma função revolucionária de acessibilidade. Enquanto isso, os fãs celebram poder agrupar abas como se tivessem descoberto o fogo. A fumaça tecnológica nunca teve um cheiro tão doce para a participação de mercado.