Hell Clock chega aos consoles em quatorze de julho com sua expansão Cursed War

06 de June de 2026 Publicado | Traducido del español

O RPG de ação com terror e mitologia brasileira, Hell Clock, se prepara para seu lançamento no PlayStation 5 e Xbox Series no próximo dia 14 de julho. O título, disponível no PC desde junho, chegará acompanhado de sua primeira expansão, Cursed War, que explora os horrores da Guerra do Paraguai. Uma proposta que mistura folclore sul-americano com mecânicas de combate intensas e uma atmosfera opressiva.

Monstro do folclore brasileiro com um mostrador de relógio mecânico embutido no peito, balançando um sabre de guerra amaldiçoado em um campo de batalha na selva paraguaia, areia vermelha de ampulheta escorrendo de seus ferimentos, renderização fotorrealista cinematográfica, atmosfera escura e opressiva, olhos verdes brilhantes, ruínas de pedra cobertas de vinhas ao fundo, desfoque de movimento no balanço da espada, faíscas da lâmina atingindo armaduras antigas, texturas de pele ultra detalhadas, iluminação volumétrica dramática através do dossel da selva, efeitos de partículas de poeira amaldiçoada flutuando no ar, estilo visual de jogo de ação e terror

Desempenho e otimização na nova geração 🎮

Os desenvolvedores confirmaram que a versão de console aproveitará o hardware do PS5 e Xbox Series para oferecer uma taxa de 60 fps estáveis no modo desempenho, com resolução dinâmica 4K. O motor gráfico foi otimizado para reduzir os tempos de carregamento, aproveitando os SSDs das plataformas. Além disso, foi implementado o uso do DualSense para efeitos hápticos, como a batida do coração do personagem ao estar perto de inimigos ou a tensão ao recarregar armas em combate.

A Guerra do Paraguai, mas com demônios e pouca história real ⚔️

A expansão Cursed War promete nos mergulhar na Guerra do Paraguai, embora provavelmente com mais criaturas sobrenaturais do que dados históricos precisos. Porque, sejamos sinceros, ninguém compra um jogo de terror mitológico para estudar o século XIX. Esperamos que pelo menos os soldados espectrais tenham um manuseio correto da pólvora e não errem todos os disparos. Se a história real foi um desastre, que pelo menos a versão de Hell Clock seja divertida.