O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, lançou um aviso direto a Cuba: não busque armas que ameacem a base de Guantánamo ou o território americano, porque provocaria um confronto que não poderia vencer. A declaração chega em meio a um bloqueio energético que mantém a ilha com apagões e paralisações de transporte, uma pressão que muitos interpretam como parte da estratégia de Washington.
Tecnologia militar e dependência energética na mira ⚡
O aviso de Hegseth foca em sistemas de armas que Cuba poderia adquirir, como mísseis de cruzeiro ou sistemas antiaéreos avançados, capazes de alcançar a base naval ou o estreito da Flórida. No entanto, a realidade técnica da ilha é outra: sua infraestrutura energética, baseada em usinas térmicas obsoletas e sem peças de reposição devido ao embargo, colapsa com frequência. O país não tem capacidade de produção local para manter uma defesa moderna, e qualquer aquisição de hardware militar exigiria logística que o bloqueio dificulta.
A ameaça de Hegseth: um míssil contra um apagão 🔥
Ou seja, Hegseth diz a Cuba que não se arme porque não poderá vencer, enquanto de Washington cortam a luz para que ela nem sequer possa carregar o telefone. É como ameaçar um vizinho a não brigar se ele não tiver eletricidade para assistir à briga. A estratégia parece tirada de um manual de humor negro: primeiro você desliga a geladeira, e depois avisa para não roubar o gelo.