Em 10 de julho, estreia na Netflix um documentário que relembra o sequestro e assassinato de Miguel Ángel Blanco pelo ETA há 29 anos. A produção inclui depoimentos de políticos, policiais e médicos que tentaram salvar o vereador. Entre os participantes, destaca-se o Rei Felipe VI, que oferece sua visão sobre um episódio que marcou a história recente da Espanha e a luta contra o terrorismo.
O documentário usa tecnologia de arquivo para reconstruir os fatos 🎥
A produção emprega técnicas de restauração digital para melhorar a qualidade das gravações originais de 1997. Os realizadores combinaram imagens de televisão, fitas de vídeo domésticas e fotografias escaneadas, sincronizando-as com áudios de chamadas telefônicas e comunicados policiais. O processo exigiu algoritmos de estabilização de imagem e redução de ruído para alcançar uma narrativa fluida. Além disso, foi utilizada edição multicâmera para reconstruir a sequência de 48 horas desde o sequestro até o desfecho fatal.
O Rei adere à maratona da Netflix com pipoca e protocolo 🍿
A participação de Felipe VI não inclui cenas de ação nem uma participação especial salvando ninguém, mas certamente sua presença eleva o índice de audiência em Zarzuela. Enquanto isso, os roteiristas já negociam um spin-off: O Rei e o vereador: crônica de um sequestro real. Claro, que não ousem pedir que ele opine sobre o final: a Casa Real já avisou que não dá spoilers.