O diretor David Afkham deixa a direção da Orquestra e Coro Nacionais da Espanha após mais de uma década à frente. Sua despedida inclui concertos em Madri, Granada e Londres. Para a cidadania, sua gestão elevou o prestígio internacional da formação, que continuará oferecendo música clássica de qualidade como parte do patrimônio cultural do país.
A gestão orquestral como modelo de desenvolvimento cultural sustentável 🎵
Sob a direção de Afkham, a orquestra implementou uma programação estável que combinou repertório clássico com obras contemporâneas. Os recursos técnicos e humanos foram otimizados, permitindo turnês internacionais sem descuidar da formação de novos talentos. Esta abordagem de gestão cultural, baseada no planejamento de longo prazo e na colaboração com instituições europeias, demonstra que a música clássica pode funcionar como motor de desenvolvimento e coesão social.
Adeus, Afkham: agora é ver quem afina o orçamento 🎻
Afkham vai embora, mas deixa a orquestra com prestígio e, presumivelmente, sem dívidas. O próximo diretor terá que lidar com o de sempre: que os músicos pedem mais cordas, que o teatro tem goteiras, que o público aplaude entre os movimentos. Pelo menos, o legado de Afkham garante que, quando a Nona de Beethoven tocar, ninguém confunda o fagote com um despertador.