Uma equipe de pesquisadores conseguiu inserir um cromossomo extra de um rato congelado em células de camundongo, criando animais viáveis. Este experimento abre caminho para reviver espécies extintas como o mamute. Embora o processo seja experimental, a técnica pode ser aplicada a tecido de elefante congelado em um futuro próximo.
O passo técnico rumo à ressurreição genética 🧬
O método utilizado consiste em extrair material genético de tecido congelado e transferi-lo para células embrionárias de uma espécie receptora. Neste caso, os camundongos resultantes mostraram características de rato em seu DNA. O próximo passo será testar com células de elefante congelado. Se funcionar, tentarão com mamutes, cujo genoma está quase completo. A técnica ainda tem limitações: nem todas as células sobrevivem ao processo e a viabilidade a longo prazo é incerta.
De camundongos a mamutes: a volta do avô peludo 🦣
Agora acontece que para ressuscitar um mamute primeiro é preciso fazer camundongos com genes de rato. Algo como construir um carro com peças de bicicleta para ver se funciona. O plano parece um parque jurássico, mas com menos dinossauros e mais pelos. Se tudo der certo, daqui a alguns anos poderemos ver mamutes passeando pela Sibéria. Ou talvez apenas camundongos peludos com presas. A ciência avança, mas o humor também.