Cientistas criam camundongos com cromossomo de rato congelado

08 de June de 2026 Publicado | Traducido del español

Uma equipe de pesquisadores conseguiu inserir um cromossomo extra de um rato congelado em células de camundongo, criando animais viáveis. Este experimento abre caminho para reviver espécies extintas como o mamute. Embora o processo seja experimental, a técnica pode ser aplicada a tecido de elefante congelado em um futuro próximo.

Criopreservação de cromossomo de rato em nitrogênio líquido, seringa de microinjeção extraindo material genético, células de camundongo em placa de Petri sob microscópio eletrônico, braço robótico manipulando agulha de vidro, processo de inserção cromossômica mostrando fusão nuclear, fundo escuro de laboratório com luzes LED azuis, vapor criogênico subindo, detalhe de dupla hélice fluorescente durante transferência, estilo ilustração técnica fotorrealista, iluminação dramática de laboratório, textura metálica do equipamento, alta definição em componentes celulares

O passo técnico rumo à ressurreição genética 🧬

O método utilizado consiste em extrair material genético de tecido congelado e transferi-lo para células embrionárias de uma espécie receptora. Neste caso, os camundongos resultantes mostraram características de rato em seu DNA. O próximo passo será testar com células de elefante congelado. Se funcionar, tentarão com mamutes, cujo genoma está quase completo. A técnica ainda tem limitações: nem todas as células sobrevivem ao processo e a viabilidade a longo prazo é incerta.

De camundongos a mamutes: a volta do avô peludo 🦣

Agora acontece que para ressuscitar um mamute primeiro é preciso fazer camundongos com genes de rato. Algo como construir um carro com peças de bicicleta para ver se funciona. O plano parece um parque jurássico, mas com menos dinossauros e mais pelos. Se tudo der certo, daqui a alguns anos poderemos ver mamutes passeando pela Sibéria. Ou talvez apenas camundongos peludos com presas. A ciência avança, mas o humor também.