Um congresso científico em Bolonha busca projetar internacionalmente a obra do arquiteto espanhol Miguel Fisac, conhecido por suas moradias e edifícios públicos inovadores e acessíveis. A iniciativa pretende que seu legado inspire futuras construções mais funcionais, integrando a memória arquitetônica como ferramenta para melhorar a qualidade de vida urbana.
Tecnologia e materiais: a marca de Fisac na construção moderna 🏗️
Fisac experimentou com concreto armado e fôrmas flexíveis, criando texturas orgânicas que integravam luz e ventilação natural. Seus sistemas pré-fabricados de baixo custo permitiram erguer moradias sociais e centros cívicos sem abrir mão da estética. O congresso analisa como esses métodos, aplicados com sensibilidade climática, poderiam reduzir o consumo energético em novos empreendimentos e reabilitar bairros com critérios de acessibilidade universal.
Arquitetos, não mexam mais no concreto e vão para Bolonha 😅
Enquanto alguns escritórios continuam projetando cubos de vidro que parecem fornos micro-ondas gigantes, os congressistas estudarão como Fisac conseguiu que o concreto parecesse quase acolhedor. Se a coisa funcionar, talvez em alguns anos deixemos de ver fachadas que parecem telas de celular gigantes e voltemos a ter sombras onde nos refugiar do sol. Ou não, mas pelo menos tentam.