A crítica de Balogun colocou o foco na hipocrisia de um setor que se gaba de inclusão, mas mantém barreiras invisíveis para o talento diverso. As marcas, presas na estética superficial, sacrificam autenticidade por aparências. Exigem-se mudanças estruturais reais.
Mentoria obrigatória e cotas: o remendo técnico para um algoritmo quebrado 🛠️
A solução técnica passa por implementar programas de mentoria obrigatórios com cotas transparentes para talentos diversos, usando plataformas de acompanhamento de impacto. Requerem-se avaliações independentes que meçam o retorno social real das campanhas por meio de métricas de diversidade e não apenas vanity metrics estéticas. O sistema atual premia o fingimento; é hora de recalibrar o algoritmo rumo à equidade verificável.
De filtro do Instagram a filtro de acesso: a mesma pose, alvo diferente 📸
Acontece que a indústria criativa é como um aplicativo de namoro: coloca fotos de perfil muito inclusivas, mas na hora da verdade só desliza para a direita os mesmos de sempre. Balogun nos lembra que colocar um arco-íris no logotipo não é inclusão, é apenas uma camada de Photoshop social. Menos fingimento e mais ação, que o talento não entende de filtros.