AMD Ryzen 10000: adeus aos gráficos, olá para a IA em 2027

17 de June de 2026 Publicado | Traducido del español

A AMD anunciou que seus futuros processadores Ryzen 10000, previstos para 2027, eliminarão os gráficos integrados para incluir uma unidade de inteligência artificial. Isso significa que os usuários de PC de mesa precisarão de uma placa de vídeo dedicada até mesmo para tarefas básicas, como assistir vídeos ou usar o Office. A decisão busca potencializar o desempenho em IA, mas encarece o equipamento para o usuário comum.

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O salto para uma arquitetura centrada em IA 🧠

Com essa transição, a AMD substitui a veterana iGPU por uma NPU (Unidade de Processamento Neuronal) mais potente. A ideia é oferecer aceleração para cargas de trabalho de inteligência artificial diretamente do processador. No entanto, essa NPU não consegue gerar imagem, portanto qualquer monitor exigirá uma GPU discreta. A mudança representa uma aposta técnica que fragmenta o mercado entre quem precisa de gráficos básicos e quem prioriza a IA.

Uma placa de vídeo para ver o e-mail? Bem-vindo ao futuro 💸

Sim, você leu certo. Em 2027, para abrir o Word ou assistir a um vídeo no YouTube, você terá que comprar uma placa de vídeo. É como se os fabricantes de carros decidissem tirar as rodas e oferecer um motor de foguete: útil se você for para a Lua, mas um incômodo para ir ao supermercado. A AMD aposta na IA, mas o usuário comum pagará a conta. Pelo menos, as placas de vídeo básicas venderão como água.