ADN em pinturas rupestres revela quem foram os artistas

28 de June de 2026 Publicado | Traducido del español

Cientistas identificaram DNA humano antigo em pinturas rupestres de cavernas na Espanha e em Portugal, uma descoberta que permite rastrear seus autores. A técnica abre caminho para saber se foram neandertais ou humanos modernos, conectando-nos diretamente com nossos ancestrais e seus modos de vida.

Ancient human handprint on cave wall glowing with bioluminescent dust, scientists extracting DNA sample using sterile swab and portable sequencing device, prehistoric red ochre deer painting nearby, holographic DNA helix emerging from sample, floating above rugged stone surface, cinematic scientific visualization, dramatic cave lighting with warm amber tones and cool blue tech glow, photorealistic textures of mineral deposits and ancient rock, detailed molecular structures suspended in air, sterile lab equipment contrasting with raw prehistoric art, ultra-detailed macro shot of swab touching pigment

Como a tecnologia extrai DNA das rochas 🧬

O método baseia-se em coletar amostras da superfície das pinturas sem danificá-las, usando swabs estéreis e técnicas de análise genética de alta sensibilidade. Os pesquisadores conseguiram isolar DNA mitocondrial dos pigmentos, que se misturou com saliva ou suor dos artistas ao pintar. Esse avanço permite datar e atribuir autoria, até mesmo diferenciando entre grupos humanos que habitaram a região. A precisão da análise evita contaminação moderna, um desafio constante nesses estudos.

Neandertais fazendo arte: a vingança do primo feio 🎨

Se descobrirem que um neandertal pintou um bisão, será preciso revisar os manuais de história. Acontece que o primo feio não só se extinguia, mas também decorava cavernas. Agora os cientistas terão que explicar por que durante anos se disse que apenas os sapiens tinham sensibilidade artística. Enquanto isso, os neandertais devem estar rindo do além, com um pincel na mão.