A Academia de Cinema anunciou sua nova diretoria para o período 2026-2027, marcando um esforço para equilibrar a representação de suas 19 filiais. Cada filial contará com três governadores eleitos, entre eles figuras como Guillermo del Toro e Jinko Gotoh. A medida busca refletir uma maior diversidade, com 47% de mulheres e 32% de minorias nos cargos de liderança.
Governança inclusiva como motor de mudança na indústria 🎬
Este novo modelo de governança implica um reajuste na estrutura de tomada de decisões. Em vez de um sistema centralizado, concede-se poder de voto equitativo a cada filial, desde atores até técnicos de som. A inclusão de perfis como o de del Toro, reconhecido por seu trabalho em animação e efeitos visuais, sugere um interesse em integrar perspectivas técnicas e artísticas diversas. A meta é que as políticas da Academia reflitam a composição real da indústria.
Adeus às velhas glórias, olá aos novos governadores 🎭
O curioso é que, enquanto a Academia se enche de novas caras, espera-se que os Oscar deixem de ser uma reunião de senhores de smoking decidindo qual filme lhes parece menos chato. Agora, com 32% de minorias, talvez vejamos indicações que não sejam apenas dramas sobre atores brancos com problemas de insônia. Ou talvez só teremos mais discursos sobre a importância da diversidade. Veremos.