As obras do mosteiro de Sixena ficaram presas num cabo de guerra entre administrações que prioriza o ruído político sobre a eficiência. Enquanto os governos de Aragão e Catalunha se enredam em disputas de competências, o patrimônio cultural se deteriora e o dinheiro dos contribuintes se dilui em advogados e demoras. Urge uma arbitragem independente que estabeleça prazos e sancione a paralisia.
Blockchain para gerenciar litígios patrimoniais entre autonomias 🏛️
A tecnologia de registro distribuído poderia oferecer um sistema transparente para dirimir conflitos como o de Sixena. Um contrato inteligente, alimentado com relatórios periciais e prazos legais, executaria automaticamente sanções se uma administração atrasar as obras sem causa justificada. Assim, o interesse público ficaria blindado frente à discricionariedade política, eliminando desculpas burocráticas e agilizando a execução de projetos.
O método infalível: pedir a um algoritmo que resolva o que os políticos não querem 🤖
Como os vizinhos de Sixena não podem colocar seus políticos para esfregar juntos os mosaicos do claustro até que cheguem a um acordo, é preciso recorrer à tecnologia. Um algoritmo sem partido, sem bandeira e sem conta no Twitter poderia decidir em horas o que os governos vêm arrastando há anos. Seria mais rápido e, de quebra, economizaríamos o salário dos assessores que agora negociam com café no meio.