Zinda Blake, conhecida como Lady Blackhawk, foi uma das poucas heroínas da aviação na DC Comics. Criada por Jack Miller e ilustrada por Dick Dillin, estreou em 1959 como membro do esquadrão Blackhawk. Sua presença ativa desapareceu após os anos 90, ficando relegada a breves participações especiais. Hoje é um personagem no limbo editorial, sem séries próprias nem planos de retorno.
O motor narrativo que perdeu combustível 🛩️
O conceito de Lady Blackhawk funcionava com mecânicas de aventura aérea e combate na Segunda Guerra Mundial. No entanto, a evolução do gênero de super-heróis tornou seu perfil obsoleto. A DC tentou reativá-la na série Birds of Prey, dando-lhe poderes temporários de viagem no tempo, mas o experimento não vingou. Sua última aparição significativa foi em 2011, no reboot de The New 52, onde foi eliminada sem explicação. O personagem não tem uma estrutura de desenvolvimento clara que justifique seu retorno.
O mistério da heroína que ninguém reclama ❓
É curioso que a DC tenha uma piloto experiente, com experiência em combate e manuseio de aeronaves, e a mantenha guardada em um hangar virtual. Enquanto Batman tem 27 séries ativas, Zinda Blake espera que alguém se lembre de seu nome. Talvez precise de um crossover com um avião de combate F-35 para que os editores a tirem do pó. Ou uma participação especial em um filme de James Gunn. Enquanto isso, seu legado voa em círculos.