Um ex-policial octogenário com histórico de violência sexual e crimes de ódio foi condenado a apenas quatro anos de prisão. A decisão judicial reabriu o debate sobre a indulgência do sistema em relação a agressores idosos ou com passado nas forças de segurança. A brevidade da pena, diante da reincidência dos crimes, gera uma sensação de impunidade que desprotege as vítimas e normaliza a reincidência.
Assim funciona o algoritmo judicial que filtra penas conforme a idade do acusado ⚖️
O processo de sentença nesses casos costuma integrar variáveis como a idade do condenado e seu histórico profissional em um sistema de ponderação legal. Os juízes aplicam atenuantes baseados na idade avançada ou no suposto estresse pós-traumático de agentes aposentados. No entanto, esses fatores não deveriam anular a gravidade da reincidência em crimes de ódio ou sexuais. A tecnologia jurídica atual permite calcular riscos de reincidência, mas raramente é usada para endurecer penas em perfis de baixa periculosidade aparente.
O passe VIP para criminosos: aposentadoria com desconto penal 🎭
Parece que certos agressores têm um cartão de sócio vitalício com desconto em penas. Se você tem oitenta anos e ainda foi policial, pode cometer crimes de ódio com a tranquilidade de que o sistema aplicará a tabela da terceira idade. Total, quatro anos são quase umas férias pagas para alguém que já não tem pressa. O ruim é que as vítimas, essas sim, não têm idade para esquecer.