Nos arquivos da DC Comics, poucos personagens foram tão esquecidos quanto Chris King. Criado por Marv Wolfman e Carmine Infantino, esse super-herói apareceu brevemente nos anos 80 sem conseguir o impacto de seus colegas. Sua história, cheia de potencial, se desvaneceu entre as dobras do multiverso, deixando os fãs se perguntando sobre seu paradeiro e sua relevância no atual panorama editorial.
O design técnico de um herói sem sorte 🛠️
Chris King era um personagem com uma premissa técnica clara: um jovem que obtinha poderes de um artefato alienígena. Wolfman e Infantino buscaram um design aerodinâmico e funcional, com um traje de linhas simples e cores vivas. No entanto, seu desenvolvimento narrativo foi limitado. Ele apareceu em séries como Blue Devil e Firestorm, mas nunca recebeu apoio editorial suficiente. Sua tecnologia de origem, uma manopla energética, ficou sem ser explorada a fundo, tornando-o uma nota de rodapé na história da DC.
O super-herói que ficou sem compromisso na agenda 📅
Chris King é o exemplo perfeito de um super-herói que chegou tarde à festa. Enquanto Superman e Batman monopolizavam as capas, ele mal conseguia uma participação especial. Aposto que até sua manopla energética ficou sem bateria esperando uma história decente. Se um dia ele voltar, que avise com antecedência para não o confundirmos com um figurante de uma série esquecida. Seu maior superpoder foi desaparecer sem deixar rastro.