Um vizinho de Pino Montano conhecido como Dioni solicitou ao tribunal que atue como uma imobiliária para gerenciar a venda de propriedades. Isso implicaria que os tribunais poderiam intervir diretamente em transações imobiliárias, afetando cidadãos com problemas de heranças ou execuções hipotecárias. O pedido busca agilizar processos legais, mas o tribunal ainda não decidiu se aceita esse novo papel.
A tecnologia judicial como plataforma de gestão 🏛️
Do ponto de vista técnico, essa solicitação representa um desafio para os sistemas de gestão judicial. Integrar funções de imobiliária exigiria o desenvolvimento de módulos específicos em plataformas como LexNET ou o sistema de leilões eletrônicos. Seria necessário implementar bancos de dados de propriedades, avaliações automatizadas e notificações digitais aos herdeiros. A interoperabilidade com o Cadastro e o Registro de Imóveis seria fundamental para evitar duplicidades. No entanto, a infraestrutura atual não foi projetada para essas tarefas comerciais.
O tribunal agora também vende apartamentos 🏠
Se o tribunal aceitar, o Dioni poderia pedir que também façam a mudança e liguem a máquina de lavar. Os funcionários, que já estão com pouco tempo, teriam que pendurar a placa de Vende-se na porta do tribunal. O próximo passo será ver um escrivão judicial fazendo visitas guiadas e o juiz negociando o preço do depósito. Pelo menos, os leilões eletrônicos ganhariam em espetáculo.